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Livro do Mês
Bem, acabou minha fase de Livro do Mês de Março da Capital Nacional da Literatura. Uma experiência que eu esperava acontecesse daqui a alguns anos, foi-se agora. Agradeço a indicação e o carinho da Universidade de Passo Fundo, à Prof. Tânia Rösing, coordenadora das Jornadas de Literatura, à Prof. Dalva Bisogini, coordenadora das pré-jornadas, às professoras da Comissão Interinstitucional Livro do Mês: Solange, Eliana, Fabiane, Liana. Obrigado pela oportunidade em nome de todos os escritores de Passo Fundo. Esgotou a 3a. ed de POR QUE OS HOMENS NÃO VOAM? e, enfim, estou feliz por ter encontrado novos leitores, novos alunos, fazer novos amigos.
Dia 28, pela manhã, falei com os alunos da 6a. 7a. e 8a. séries das Escolas Municiapais do CEAP COHAB-SECCHI. Os adolescentes participaram, perguntaram e foi uma experiência inesquecível. A prof. Ivana, diretora, já me convidou para um trabalho com UM MENINO ESQUISITO, meu livro infantil. Estaremos lá novamente em breve.
dia 28/03, À TARDE. Pela primeira vez, LIVRO DO MÊS NOS CAMPI. Iniciei com esta extensão do projeto conversando com a comunidade de Sarandi e arredores. A foto é do encontro da tarde, com os alunos das escolas de Sarandi. À noite, conversei com professores e alunos universitários. Tive a alegria de receber a professora Josiane Petry, que levou seus alunos do Direito também. Josi foi minha profe de Monografia I, aqui no campus de Passo Fundo em meu curso de Direito.
No dia de ontem, 29/03, foi a vez de uma conversa com os alunos do ensino médio das escolas estaduais, também, com alegria, fui o primeiro escritor cujo livro foi lido pelas escolas do Estado. O encontro foi no auditório do Colégio Notre Dame e participaram alunos dos colégios CECI LEITE COSTA, FAGUNDES DOS REIS e PROTÁSIO ALVES. Jovens espertos, inteligentes e cheios de sonhos. Voltarei, por um especial convite, para conversar com os alunos do Protásio Alves. A data ainda não foi definida, mas será em breve.
Escrito por Pablo Morenno às 22h30
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VOLTEM SÁBADO
Aos leitores de Sarandi e Passo Fundo que me visitam, voltem sábado. É que eu ainda não consegui passar as fotos para o computador. Vou passá-las amanhã à noite e postá-las no Blog.Me desculpem, tá?
Escrito por Pablo Morenno às 22h52
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Rosto de mãe
CARA DE MÃE QUE ROSTO HUMANO MOSTRA
À primeira vista, eu vi Poderiam ser coisas antagônicas: a mãe atirada ao poço abandonado da construção para salvar seu menino e a outra entregando seu filho à polícia em Porto Alegre Da primeira eu vi o rosto e muitos o viram em todo o mundo, onde a foto apareceu como água boa de poço nas capas dos jornais
Nos telejornais também vi os especialistas dando explicações, explicitando teorias, jogando a culpa toda da mãe defensora no instinto e que toda aquela doação pelo filho no fundo era só defesa de seus próprios gens Fiquei convencido que todo o amor de mãe, no fundo das coisas da vida ou no fundo do poço, é egoísmo, porque quando ela dos defende só quer guardar seus gens da morte e continuar viva pelos séculos dos séculos nos filhos, nos filhos dos filhos, nos netos dos filhos dos filhos e nos bisnetos dos netos dos filhos dos filhos dos filhos
Enquanto eu ruminava toda essa decepção do egoísmo disfarçado das mães que só querem sobreviver nos gens, vem essa outra mãe sem rosto de Porto Alegre Seu filho foi liberado do cárcere para visitá-la no Natal, e aí não quis mais voltar para a cadeia, e vivia escondido, nas casas, e debaixo da cama, e só saía muito disfarçado de jovem bom, ele que pagava conta de ter traficado e ganho dinheiro para comprar uma moto e achado tudo muito fácil e depois assim condenado e sem querer pra cadeia voltar Essa outra mãe nunca terá seu rosto estampados nos jornais, e dela eu só vi as costas (por medo de represálias), e ela pegou seu filho e o convenceu a “pagar a dívida com a sociedade” e com dor e com tudo, essa mãe foi convencendo o filho a voltar pra cadeia, e tentou mesmo quando ele quis desistir num bar tomando um café, e depois seguiram, passo a passo e a mãe sem rosto entregou seu filho para o delegado, e viu ele dizer tchau algemado e depois ser levado no camburão para dentro de uma gaiola de onde poderá muito bem nunca sair vivo, e ela não poderá se jogar lá e tirar ele, para que seus gens prossigam, e tudo, e tudo, e a mãe voltou para casa triste, mas feliz, e saberá que a única coisa que poderá garantir é a não- preservação de seus gens da morte e continuar viva pelos séculos dos séculos nos filhos, nos filhos dos filhos, nos netos dos filhos dos filhos e nos bisnetos dos netos dos filhos dos filhos dos filhos
Dessa segunda mãe sem rosto, de quem eu só vi as costas, nenhum especialista apareceu com teoria, simplesmente porque uma mãe assim não tem teoria que explique e nenhum antropólogo, ou sociólogo, ou psicólogo, ou jurista ou qualquer outro filho da mãe consegue dizer que diabo de gens essa mãe quer proteger ao entregar de volta seu filho à prisão de onde pode ser que ele, nunca, nunca, ou talvez, talvez, algum dia, poderá voltar sem futuro, ou apenas morto, esfaqueado, degolado, ou suicidado como explicam quando um desses jovens filhos da mãe saem como féretro das gaiolas prisionais do Brasil
Eu fiquei mais umas semanas matutando, querendo escrever uma crônica clara, direta, bem explicada, fácil de ler Fiquei tentando descobrir como era o rosto dessa mãe de Porto Alegre, só vi de costas, se ela era, talvez, quem sabe, feiosa de mais pra desejar garantir gens perpetuados pelos séculos dos séculos nos filhos, nos filhos dos filhos, nos netos dos filhos dos filhos e nos bisnetos dos netos dos filhos dos filhos dos filhos
Essa mãe sem rosto, que joga o filho ao fundo da prisão, tem a mesma cara que outra mãe que a cara mostrou depois de tirar seu filho do fundo do poço: cara de mãe, coragem de mãe, cara de gente, de ser humano que ninguém explica, que ninguém entende e enfim, de cara ou de costas, é sempre cara de esperança para a qual nenhuma teoria de especialista consegue por um ponto final
PABLO MORENNO
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POEMAS NOS ÔNIBUS – até 20 de abril, poetas passofundenses, inscrevam-se na COLEURB.
Escrito por Pablo Morenno às 21h30
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saradi
| 22/03/2007 - 17:16 |
| Professores de Sarandi e Barra Funda preparam seminário do Livro do Mês |
| Foto: Divulgação/UPF |
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| Encontro preparatório ao Livro do Mês aconteceu na UPF Sarandi |
Um seminário que busca, além do incentivo à leitura e a formação de leitores, a consolidação do título de Passo Fundo como Capital Nacional da Literatura – obtido a partir da Lei Federal nº 11.264, de janeiro de 2006. Com esta proposta, acontece no próximo dia 29 de março, mais uma edição descentralizada do Projeto Livro do Mês da Capital Nacional de Literatura. Para preparar o seminário, que desta vez acontece em Sarandi, a equipe coordenadora realizou um encontro com professores de escolas públicas e particulares daquele município e de Barra Funda. A iniciativa foi desenvolvida no último dia 9 de março, no Auditório do Campus UPF Sarandi. O momento também foi para uma conversa informal sobre a 12ª Jornada Nacional de Literatura, que acontece de 27 a 31 de agosto, no Circo da Cultura.
Articulado pelo diretor do Campus, professor Mauro Rocha, o encontro teve a presença das professoras do curso de Letras da UPF Maria Fátima Betencourt e Ivania Campigotto Aquino. A coordenação dos trabalhos foi realizada pela equipe das Pré-Jornadas Literárias Dalva Bisognin, Eliana Oliveira Teixeira e Solange Lopes Brezolin.
Livro do Mês O livro de crônicas “Por que os homens não voam?”, de Pablo Morenno, está sendo lido pela comunidade de Sarandi e será debatido, coma presença do autor, no próximo dia 28, no Auditório do Campus. A comunidade poderá participar em dois horários: às 15h e às 20h. A entrada é gratuita. Outras informações podem ser obtidas através do telefone (54) 3316-8368. |
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Escrito por Pablo Morenno às 21h27
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O diabo veste Prada
TALVEZ
Peguei “O Diabo veste Prada” na locadora, talvez para ficar um pouco mais antenado sobre o mundo da moda. Para ter papo com as mulheres sobre as cores da estação, salto alto, ou, talvez, para entender uma amiga investindo o salário mensal numa bolsa estilosa. Talvez, assisti ao filme para aprender sobre chefes e subordinados. Talvez, estes sejam seus temas mais pungentes. Talvez, seja de como a vida profissional se mantém com a energia da vida pessoal. Talvez.
Aprendi alguns nomes de costureiros e estilistas: Prada, Valentino, Chanel, Oscar de la Renta. Por dez minutos tenho assunto fashion. E aprendi a mandar, a querer tudo para ontem, a evitar perguntas dos subalternos, a olhar com desdém para todos, a achar que o mundo me deve obediência. De moda, não aprendi nada que não descobriria no Google. De chefes, para quem leu Machiavel, as dicas do filme estão super-ultrapassadas.
Miranda, poderosa executiva da mais famosa revista de moda do mundo, chora com Meryl Streep num quarto de Paris. A primeira e única vez. No mesmo momento, sua assistente Andrea se dá conta, poderá ser a Miranda do amanhã. Sua chefe sacrificou a vida pessoal, os afetos e amores, aos holofotes. O choro de Miranda é um alerta existencial. Sucesso e dinheiro custam mais que o melhor vestido do maior costureiro.
A competição chegou a tal grau de exigência nas relações de trabalho que é quase impossível harmonizar vida pública e privada. Ninguém pode servir a dois senhores, a Deus e ao Diabo. Tenho vários exemplos próximos, amigos e conhecidos. Subiram profissionalmente à custa de seus afetos, da drogadição dos filhos, de depressão e doenças. Quem vende a alma para o diabo tem que dar o corpo e o resto de brinde.
Vive-se um dilema. É possível dar qualidade de vida a nós mesmos e à nossa família sem um bom status profissional? Seria mesmo possível separar a economia do afeto, já que saúde, educação, casa, comida são bens de mercado?
A resposta não é simples. Sabemos que a resposta não é simples sempre que, ante uma pergunta, na ponta da língua não nasce o “sim” ou o “não”, mas, o “talvez”. Quanto o não e o sim não afloram num “záz”, eis um assunto complexo na mesa. É preciso encontrar respostas adequadas, respostas gasosas e amórficas ante a dinamicidade da vida.
O “talvez” é a palavra mais camaleônica da língua portuguesa. Não é palavra que se aplique ao mundo da moda, onde sempre se sabe o tecido e a correta cor da estação. Não é resposta que se espera de um chefe ou de um subordinado, porque mandar exige certeza de objetivos. Porém, quando se trata da vida, talvez, é a resposta mais corriqueira.
Pablo Morenno
Escrito por Pablo Morenno às 21h55
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Livro do Mês
| 09/03/2007 - 15:59 |
| “Por que os homens não voam?” é o Livro do Mês de março da Capital Nacional da Literatura |
| A obra do argentino Ricardo Güiraldes, “Dom Segundo Sombra”, é o livro em língua estrangeira |
| Foto: Reprodução |
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| Obra escolhida é de escritor passo-fundense |
O livro de crônicas “Por que os homens não voam?”, de Pablo Moreno, foi eleito o Livro do Mês de março da Capital Nacional da Literatura. Dividido em duas etapas, o livro possui 40 textos. Na primeira parte, intitulada “Sobre cacos de vidro”, o autor, segundo o prefácio do professor da Universidade de Passo Fundo (UPF) e escritor, Paulo Becker, conta as “porradas” que levou da vida, com seus fracassos e frustrações.
Já na segunda parte, denominada “Cavalos que ventam”, o prefácio aponta que o cronista dá a volta por cima, apontando possibilidades ainda inexploradas de existência, vidas a serem continuadamente inventadas e reinventadas. “Os limites que os pais devem impor aos filhos, a despersonalização das relações inter-humanas, a robotização do ser humano, guerras imperialistas promovidas pelos Estados Unidos, a espoliação das riquezas e do trabalho brasileiros perpetrada pelas multinacionais, a existência pungente dos meninos e meninas de rua, a invenção de novas drogas farmacológicas para aliviar a angústia do ser humano, entre outros temas, compõem esse mosaico da vida contemporânea”, afirma em seu texto, o autor do prefácio do livro.
Pablo Moreno nasceu em 21 de maio de 1969 em Belmonte, Santa Catarina, e atualmente mora em Passo Fundo. Em 2001 recebeu Menção Honrosa, categoria Crônicas, no Concurso Felippe d’Oliveira, de Santa Maria.
O projeto Livro do Mês foi criado com o objetivo de consolidar o título obtido por Passo Fundo no início de 2006, de Capital Nacional da Literatura, através da Lei Federal nº 11.264, mérito concedido em função de a cidade ser sede do maior debate literário da América Latina, a Jornada Nacional de Literatura, realizada há 25 anos (bienal). Debates mensais reunindo estudantes das escolas municipais, estaduais e particulares também são realizados através do projeto.
Seminário O livro “Por que os homens não voam?”, será debatido, com a presença do autor, na Escola Municipal de Ensino Fundamental Cohab Secchi, no dia 28 de março, a partir das 9h. No mesmo dia, no Campus UPF Sarandi, o seminário sobre a obra acontece às 15h e 20h no Auditório da instituição. O evento é aberto à comunidade.
Língua estrangeira A obra de Ricardo Güiraldes, “Dom Segundo Sombra”, é o Livro do Mês de março, em língua estrangeira, da Capital Nacional da Literatura. O romancista argentino interpreta os valores morais e estéticos do “gaucho” numa visão nostálgica e idealizadora, criando um modelo humano. Com esse tipo social convertido em símbolo, último representante de uma estirpe, faz reviver uma Argentina já desaparecida. Ricardo Güiraldes nasceu em 1886, em Buenos Aires, e morreu em 1927 na França.
Para debater com os leitores sobre o romance, a professora Ms. Dora Segóvia estará no seminário sobre a obra, dia 28 de março, às 19h30min, no Auditório do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da UPF, no Campus I. A discussão será livre para a participação da comunidade.
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| http://www.upf.br/assessoria/noticias/noticia.php?codNoticia=7744 |
Escrito por Pablo Morenno às 21h52
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mulher
COMO SE FAZ UMA MULHER
“A mulher só se torna mulher sob o olhar do homem;
o homem só se torna homem sob o olhar da mulher.”
Simone de Beauvoir
Foi muito sem querer, na festinha de aniversário de sua filha. Observando os presentes, minha amiga se deu conta de como uma mulher é feita. No aniversário de seu menino, outros presentes: jogos lógicos, carrinhos, livros. Sua filha recebeu bichinhos, bonecas, vestidos, estojos de maquiagem. Mulher é uma instituição histórica. Tal como a conhecemos, é muito mais costela da cultura que da natureza.
Ao menino jogos, carrinhos, livros. Quem fez de tais coisas objetos de varão? A cultura. Um quarto azul para ele, um rosa para ela. Jogos para o cérebro. Carrinhos de tecnologia. Livros para os saberes. Aliás, salvo os culinários, é mister manter as mulheres longe dos segredos. Na maçonaria, por exemplo. Ou na Igreja Católica, onde podem servir, rezar, limpar, bordar a estola e quarar o manutérgio. Tudo, menos participar da hierarquia. Para justificar essa declarada preferência de Deus pelo sexo masculino, a teologia produziu os mais estrambóticos silogismos.
Minha amiga observa os presentes de sua filha. Ela precisa ser meiga, doce, bonita. Essa é a idéia de menina que os convidados à festa reafirmam. A filha de minha amiga, mesmo sem saber de feminino e masculino, vai aprendendo a conformar-se – isto é adquirir a forma da fôrma – ao mundo pronto. Bonecas. Claro, maternidade. E, se por um descuido da natureza, ela não puder fazer-se mãe, terá de administrar a frustração imposta por si mesma, e pelo meio. Milhares de anos depois de Sara, não ter filhos ainda é um castigo divino. Um castigo não expresso, mas dolorosamente tácito e ácido, implícito e lícito. Ai das estéreis!
Mulheres bem sucedidas tornam-se devoradoras de homens ou fagocitam o masculino. Para vencer os machos, as armas de varões. Se muito femininas, perdem credibilidade e o cargo. Os homens usam ternos para serem respeitados, as mulheres terninhos. Prostituta ou santa. Sob o homem ou acima dele. Lado a lado não?
O mundo público é assaz masculino. É o mundo da razão, da lei, da guerra, da objetividade. Às mulheres o confinamento dos espaços privados. É preciso controle, e não apenas da fêmea como indivíduo da raça. Características femininas como a solidariedade e a amorosidade foram banidas da hierarquia e da lógica públicas. Destruição do meio ambiente, guerras, racionalidade muita, ternura pouca. É o império patriarcal.
Uma mulher não se faz sob jugo e desterro. Uma mulher se faz deixando-a bordar todos os tecidos sociais. Uma mulher se faz permitindo-a cozinhar tenra e ternamente política e ciência. Jamais haverá rosto humano sem a face feminina.
Mulheres, que dão à luz, amamentam e, ainda, educam meninos e meninas, mais do que ninguém, sabem: pequenos gestos podem estar grávidos de grandes mudanças. E, se o sonho de um mundo diferente para seus filhos tornar-se causa de insônia, podem começar a pensá-lo na próxima festinha de aniversário.
Feliz Dia da Mulher!
Escrito por Pablo Morenno às 20h42
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PLÁGIO
Um texto meu, publicado no jornal ZH em 08.03.2005, e em vários outros veículos de comunicação e internet, foi mal copiado por uma senhora chamada Cleci Meneghel, tia da Xuxa e presidente da fundação Xuxa Meneghel, e publicado no site de um jornal da Barra da Tijuca no RIO DE JANEIRO. Mandei um e-mail para o jornal de agora consta uma nota no final do texto... Não me importo que as pessoas publiquem meus textos, mas, como qualquer outra obra intelectual, merece referências ao autor. Abaixo o link do plágio e, logo acima, meu texto, original.
http://www.tipocarioca.com.br/cleci-meneghel-3-06.html
Escrito por Pablo Morenno às 20h41
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