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Escola Alberto Pasqualine
Amanhã à tarde estarei no encerramento das atividades de leitura na Escola Estadual Alberto Pasqualini. Também estarei autografando meu livro e CD. Esta escola, com um trabalho de leitura, vejam só, coordenado por uma professora de educação física, Roselma, mostra como todo mundo pode se envolver com o livro. Tenho um carinho especial pelas crianças dessa escola porque elas trabalharam meus poemas infantis antes de se tornarem um livro. A professora Roselma promove um concurso de histórias, poemas e outros textos.
Neste trabalho de encerramento todo o pátio da escola é decorado. O tema do ano passado era "Contos de fadas". Este ano ainda não sei.
Escrito por Pablo Morenno às 22h26
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Dia de ter saudades
Dona Eva, minha mãe, precisa fazer uma cirurgia com urgência. Ela viria a Passo Fundo, mas não é possível porque a cirurgia é pelo SUS. Hoje é dia, então, de ter saudades. Saudades de minha velhinha, saudade de amigos da infância, saudades de coisas inomináveis, saudades de um cantinho especial, saudades...
Dia 10 de dezembro, estarei em minha cidade natal conversando com os idosos em um encontro de encerramento do ano. É a primeira vez que volto como escritor.
Cidade natal. Natal. Nem bem terminou novembro, e as vendas do Natal começaram. Vender, comprar, vender, comprar, comprar, vender. Quem ama dá presentes, e presentes precisam ser comprados. Quem não dá presentes é mal visto na família. Imaginem! Mas acho que este ano não darei presente nenhum. Só um cartão feito por mim mesmo.
As saudades acima também são do tempo em que meu irmão e eu ganhávamos apenas uns brinquedinhos de plástico. Éramos felizes e não sabíamos. Mesmo sem minha patrola sempre esperada.
Acho que neste Natal vou dar apenas um presente para mim. Uma grande patrola de plástico para resolver minhas frustrações da infância.
Escrito por Pablo Morenno às 22h37
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O menino do Skate
O MENINO DO SKATE
Em junho estive na Semana Literária do Colégio Estadual Ernesto Alves, em Santa Cruz do Sul. À tarde, enquanto, eu aguardava na sala dos professores para a próxima palestra, entrou um garoto com um mochila nas costas e um skate debaixo do braço.
- Tio, eu li seu livro na escola e achei tri massa. Quando ouvi sua palestra hoje pela manhã, passei a gostar mais ainda. Só de que manhã eu tava sem um pila. Aí, fui pra casa e pedi um adiantamento de mesada, já comprei o livro deste mês quando o Fabrício Carpinejar esteve aqui anteontem.
Era Johannes, 16 anos. Estava indo para sua aula de guitarra. Johannes me falou que todos os meses compra um livro com parte da mesada. Contou a história de como tudo começara há dois anos numa Semana Literária do colégio. Quando foi pedir dinheiro para seu pai para comprar um livro, recebeu a notícia de o valor seria descontado da mesada do próximo mês. O boné da Nike deu lugar a um livro do Luiz Fernando Veríssimo. Para sua surpresa, ao receber a mesada do mês seguinte, o pai, ao invés de descontar o valor, o havia acrescentado. “Para que continues comprando livros”, lhe disse.
Conto o caso de Johannes porque esta semana, graças a um trabalho do Rotary Club, os jornais gaúchos noticiaram o grande número de analfabetos no Rio Grande do Sul, 401 mil. O mapeamento, por outro lado, mostrou que Passo Fundo é um dos municípios com maior número, 6.264. Trata-se, como se sabe, de analfabetismo no sentido estrito. Se tomássemos um entendimento mais amplo, aquele da ONU, capacidade de ler e entender, o número seria dez ou vinte vezes maior.
Graças a meus livros, participei este ano de dezenas de experiências de leituras dos mais variados tipos em todo o estado. São projetos de leitura envolvendo escolas, prefeituras, cidades inteiras. Conversei com crianças, jovens, adultos, pais, professores e idosos. Num projeto da editora WS, o Comunidades Leitoras, pude ver como ser alfabetizado é apenas um pequeno passo. Como dizia Paulo Freire, a leitura dos livros é sempre precedida pela leitura do mundo e a ela retorna. Saber ler e escrever vai muito além do letramento. Em comunidades onde a leitura é levada a sério, aumentou o envolvimento dos jovens com a comunidade, diminuíram os atos de vandalismo, aumentou o número de voluntários em projetos sociais e o aproveitamento escolar melhorou.
Estudiosos da leitura notam a perda de interesse pelo livro com a chegada da adolescência. Argúem-se várias hipóteses. Johannes me fez perceber ou reafirmar a minha. Como vivemos numa sociedade capitalista, é urgente tornar o livro um objeto de consumo. O livro precisa tornar-se algo como o celular, uma roupa de marca, um tênis importado, algo necessário e que dê status social. Os jovens adoram objetos desse tipo.
Acho que esta história de se vender o livro como um objeto cultural não está com nada. O livro precisa mesmo de entrar no mundo do fashion, das baladas, das raves, do i-Pod.
Imaginarmos adolescentes com um skate debaixo de um braço e um livro debaixo do outro, pode não ser um sonho assim tão distante. Eu tive a felicidade de ver um dos primeiros. Família e escola podem ser bons parceiros desta esperança.
Pablo Morenno
Escrito por Pablo Morenno às 21h53
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Feira Literária de Viamão
Na quinta-feira, tive a alegria de compartir momentos felizes na III Feira Literária de Viamão RS que terminará neste domingo próximo. O homenajeado é meu editor, amigo e escritor Walmor Santos. As crianças, como sempre, me rodeiam de bons momentos. Recebi uma pasta com desenhos esquisitos dos alunos das turmas 41 e 433 da Escola Municipal de Ensino Fundamental Frederico Dihl. Todos os desenhos são muito especiais. Como não tenho espaço para todos, blogarei os que achei curiosos.
CAPA DA PASTA DOS TRABALHOS.
Desenho da aluna BRUNA ABREU. A Buna desenhou várias coisas diferentes. A parte de seu desenho que aparece mostra o Homem-Árvore, o Peixe-Borboleta, a Flor-Sol, o Sol-Enluarado e o Peixe-Fantasma.
Este desenho é do Mateus. Como são dois Mateus e não há sobrenome no desenho, não sei qual dos dois desenhou. Mateus deu o título O QUADRO VIVO. A água escorrendo do quadro pela parede é idéia de grande inventividade. Digna de qualquer pintor moderno. Mateus tem futuro.
Escrito por Pablo Morenno às 22h18
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Viamão
Amanhã, às 15h30min, estarei em Viamão -RS conversando sobre meu livro com os alunos da 7a. e 8a. série na Praça Central, Feira do Livro. Espero que minha dor nas costas não me atrapalhe. Tô com a espinhela meio deslocada. É a velhice chegando.
Escrito por Pablo Morenno às 17h55
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Nova Araçá RS
Os créditos devidos ao pessoal que trabalhou com meu livro em Nova Araçá estão aqui no e-mail que recebi hoje da Secretária de Educação. Aí estão os nomes. Obrigado a todos.
Caro amigo Pablo,
Nós da Secretaria da Educação de Nova Araçá estamos colhendo os elogios de sua participação na feira do livro. Suas palestras foram um sucesso em todas as faixas etárias. A você nossos sinceros parabéns e votos de muito sucesso.
Gostaríamos de informá-lo que o poema da Goteira foi trabalhado pela 1ª e 2ª séries da Escola Estadual de Ensino Fundamental Silva Jardim, pelas professoras Claudete Zanella e Ires Ampese Grotto.
O texto coletivo feito pela 1ª série também é da Escola Estadual de E. F. Silva Jardim e a professora é a Ires Ampese Grotto.
O nome do colégio da irmãs é Colégio Mater Amábilis, do Instituto das Apóstolas do Sagrado Coração de Jesus.
Qualquer dúvida, estamos a disposição para esclarecimentos.
Um abraço
Helena e Neila
Escrito por Pablo Morenno às 23h09
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A ECONOMIA DO AMOR

É de Martin Buber, filósofo alemão, um livro chamado Eu e Tu. Sua tese é que o “eu” só se afirma quando diz o “tu”. O “eu” não é ninguém sem o outro que o identifica. No domingo passado escrevi sobre o mau costume de habituar-se à felicidade. No mesmo dia, à noite, fui ver o filme argentino O Filho da Noiva. Em plena crise econômica, dono de restaurante, divorciado, uma filha, num segundo romance, procura ajudar seu pai, já idoso, a realizar o sonho da mãe: casar-se na Igreja. No sonho do pai que quer o sonho da mãe, ele reordena suas relações afetivas - com os pais, com a filha, com os amigos, com a atual e a ex-mulher.
Nino Belvedere, o pai, tem uma pequena poupança e duas opções para gastá-la: voltar à Itália para rever suas origens ou realizar o sonho da esposa, agora com mal de Alzeimer. Norma, a mulher, em respeito aos princípios anticlericais do marido, havia sacrificado o desejo durante quarenta e quatro anos de casamento. Entre realizar o seu sonho e o da amada, Nino opta pelo da amada. Entre a sua felicidade e a dela, opta pela dela. Agora é hora dele sacrificar-se para a alegria da esposa. Na felicidade dela, reencontra a sua.
Sou contra a maioria dos livros de autoajuda. Defendo uma altero-ajuda. Raros são os autores que não proclamam um egoísmo explícito. Eu tenho que ser vencedor, eu tenho que ter dinheiro, eu tenho que ser feliz, eu tenho que ter sucesso, eu tenho que ser o melhor. O outro apenas é objeto para minhas metas. Muitos autores ensinam técnicas de persuasão ou como “fazer amigos”. O “tu” não aparece como alguém parceiro de meu sonho, mas como degrau de uma escada. Há, quase sempre, uma “coisificação” do outro. Assim, é preciso pensar quais pessoas poderiam ser “úteis” para meu sucesso. Uma vez descobertas, preciso incluí-las em meus planos de vida. Observe nas festas como é disputada a proximidade às pessoas “importantes” e/ou “poderosas”.
Sucesso e felicidade são coisas muito diferentes. Sucesso tem a ver com poder e com dinheiro. Felicidade tem a ver com a vida. O sucesso é masturbatório, você sente prazer sozinho. Felicidade é sempre compartilhada a dois ou mais. Na busca do sucesso, o outro é um degrau. Na busca de felicidade, o outro é meu companheiro. Para alcançar o sucesso, é ótimo que o outro caia, assim passarei à frente. Para alcançar a felicidade, é preciso atrasar-se para levantar o caído.
É realmente feliz aquele cujo sonho faz parte do sonhar do outro. Ao realizar o sonho do outro, sem querer, a vida me brinda com a realidade do meu. Pense como são simbióticas as felicidades dos filhos e dos pais, do amado e da amada.
Diz uma lenda chinesa que céu e inferno são muito parecidos. Em ambos há montes de arroz cozido e a todos são dados aqueles pauzinhos, só que enormes. No inferno cada um tenta, inutilmente, levar o arroz à própria boca. No céu, um alimenta o outro. Ao servir o outro, o homem supera o instinto animal de disputar a comida. Usar nosso talher para saciar o outro de felicidade é mais que uma atitude inteligente frente a um inatingível monte de arroz. Usar nosso talher para alimentar o outro é descobrir que, por maior que seja o arroz acumulado, de nada vale sem um “tu” para nos ajudar a comê-lo.
Pablo Morenno
Escrito por Pablo Morenno às 20h42
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Pombas nos destroços

Vejo com freqüência esse casal de pombos da janela de onde escrevo. Ao lado, o que sobrou de uma casa demolida. Sobre o muro, os pombos namoram e pensam em seu próprio ninho para o verão. O ninho dos pombos está sendo construído num abacateiro ao lado, e que não aparece na foto. Destruir e reconstruir, são ciclos diferentes da vida. No terreno onde a casa foi destruída, será construída outra, ou um prédio de apartamentos. O amor, mesmo aquele instintivo dos animais, nos motiva a sonhar novos ninhos, novas casas, nova vida. Os pombos na tarde trazem um raro lirismo para meu final de domingo.
***
Recebi hoje um e-mail de Juarez Pavelak, gaúcho de Camaquã-RS e trabalhando atualmente com cinema no RJ. Eu não o conhecia. Passando por Passo Fundo, ele leu no jornal O NACIONAL minha crônica O ENIGMA DO MARTELO. O texto fala de um ferreiro lá de Picada Café. Pois bem, o texto reavivou suas memórias de infância. Ele gostou e, no e-mail, me pede autorização para, tomando como base meu texto, fazer um curta metragem infantil ou um documentário. Hollywood que me aguarde!
Escrito por Pablo Morenno às 19h03
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ERA UMA VEZ...
ERA UMA VEZ...
Um menino diferente
Que gostava de gente.
Um menino capricho
Que gostava de bicho.
Um menino sem medo
Que gostava de brinquedo.
Um menino sapeca
Que jogava peteca.
Um menino maluquinho,
Que brincava de carrinho.
Um menino arteiro
Que brincava de carteiro.
Um menino artista
Que brincava de dentista.
Um menino letreiro
Que brincava de jornaleiro.
Um menino espanhol
Que conversava com o caracol.
Um menino modelo
Que andava de camelo.
Um menino valente
Que lutava com a serpente.
Um menino atento
Que gostava do jumento.
Um menino chileno
Que brincava no sereno.
Um menino esquisito
Que falava com o periquito.
Um menino alfabético
Que queria ser poético.
Um menino alegria
Que transformava tudo em poesia.
Texto coletivo com rimas – 1a. Série. Nova Araçá.
*** Preciso saber direitinho qual o nome do Colégio e da professora. Por favor, me informem.
Escrito por Pablo Morenno às 21h52
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Nova Araçá
RELEITURA de meu poema O MENINO ESQUISITO.
Aluno: Gabriel Dall´ Agnol - Nova Araçá RS.
ZORRO, O MAQUIAVÉLICO
Ele usava capa preta
E gostava de fazer careta.
Usava roupa xadrez
Como um pato inglês.
Usava faixa vermelha,
E era nervoso que nem uma abelha.
Usava corrente no pescoço,
Que nem um calabouço.
Com seu cabelo de aço,
Parece um palhaço.
Com seus olhos de botão
Parece um balão.
Usava pés de ouro
Que nem um tesouro.
Usava corrente no braço
E ta louco para te dar um abraço.
DESENHO FEITO PELO ALUNO APÓS ESCREVER SEU POEMA.

MENINO ESQUISITO FINALIZADO, construído pelo aluno Gabriel.
Escrito por Pablo Morenno às 21h37
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Feira do livro de Nova Araçá
Eu e os alunos da manhã.
Grupo de alunos que participaram da palestra à tarde.
Meu violão e os alunos do Ensino Médio e Eja- Palestra à noite.
Escrito por Pablo Morenno às 21h28
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Nova Araçá-Ontem
Nova Araçá é uma pequena cidade de origem italiana. Fica na região das novas: Nova Araçá, Nova Bassano, Nova Prata. Um cidade punjante, com pessoas simpáticas e alegres. A Feira do Livro foi no Clube Cerca e as palestras no Colégio das Irmãs. Quem organizou tudo, me acompanhou e praticamente sozinha sustentou o evento foi a Prof. Helena, Secretária de Educação. Para se ter uma idéia, a Secretaria de Educação é a Helena e mais uma assessora. Ontem, na parte da manhã, conversei com alunos de 5a. à 8a. série. À tarde, foram os alunos do pré, e de 1a. à 4a. série. À noite, minha conversa foi com os alunos do Ensino Médio e EJA. Cada grupo me surpreendeu de modo diferente. Na manhã, os alunos trabalharam sobre minha crônica do Peter Pan. À tarde, as crianças me encantaram com o excelente trabalho sobre o livro UM MENINO ESQUISITO. Destaco o trabalho da professora Elaine Trevisan. Ela motivou seus alunos à releitura do poema O Menino Esquisito, criaram um poema para seu menino ou menina esquisita, depois o(a) desenharam e, por fim, o(a) confeccionaram. Também interessante o trabalho de uma turma, não lembro o nome da professora, com o poema da goteira e o poema coletivo da primeira série. Esse poema coletivo o o postarei acima para que vocês tenham uma idéia da criatividade das crianças. Não lembro a escola, nem o nome das professoras, porque na correria da hora eu não anotei. Meu muito obrigado à cidade de Nova Araçá que me chamou como escritor convidado para sua primeira Feira do Livro.
Espero que a Helena e os professores sigam sonhando e imaginando coisas!!! Que no próximo ano a Feira do Livro seja ainda melhor. A idéia de lançar na Feira um livro com os textos dos alunos é formidável. Basta ver o resultado alcançado às pressas, pois a Feira só saiu este ano de última hora. Na verdade, era só para o próximo. Se com pouco tempo, foi assim. Imaginem quando planejada com antecedência.
Acima as fotos e parte do trabalho. Peço desculpas pelas falhas de memória e por, talvez, não me ter dato conta de alguns trabalhos. Solicito, também, que me informem nos comentários ou por e-mail os nomes das professoras e o nome exato do colégio das irmãs.
Escrito por Pablo Morenno às 21h23
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Nova Versão-Nova Araçá
Amigos, meu blog, iniciado em 24.06.2007, havia esgotado o espaço disponível para blogs gratuitos. Tive que excluir todas as mensages e reabri-lo, infelizmente. Eu já tinha 1728 visitas. Hoje, meu dia transcorreu na Semana da Cultura e Feira do Livro de Nova Araçá. Voltei cansado, mas feliz. Amanhã à noite postarei as fotos e farei comentários detalhados de meu dia. Resumindo: foi exceltente. Abraço a todos e continuem me visitando. A mensagem abaixo foi a primeira e com ela reabro o blog.
 24/06/2005
COMEÇO
Parece que estou aqui como naquelas tábuas no fundo da casa onde desenhei as primeiras letras a carvão. Bom aqui é que a chuva não apaga.
Escrito por Pablo Morenno às 23h18
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